Exposição WILLIAM KENTRIDGE

EXPOSIÇÕES PINACOTECA

WILLIAM KENTRIDGE: FORTUNA

DE 31.AGO A 10.NOV 2013

A Pinacoteca de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição William Kentridge: fortuna, incluindo 38 desenhos, 35 filmes e animações, 184 gravuras, 31 esculturas e duas vídeo instalações, produzidas pelo renomado artista sul-africano entre 1989 e 2012, incluindo séries inéditas de trabalhos. Essa é a primeira grande exposição monográfica sobre Kentridge na América do Sul. A mostra, especialmente concebida para o Brasil, chega ao país graças à parceria entre o Instituto Moreira Salles, a Fundação Iberê Camargo – que já receberam a mostra.

A exposição, com curadoria de Lilian Tone, colocará em evidência o processo de criação pouco convencional do artista em seu estúdio, em Johannesburgo. A escolha das obras, portanto, ao contrário de privilegiar um viés temático, destaca a variedade e o vigor da atividade multifacetada do artista, mostrando como seu trabalho se dissemina por contaminação interna, em diferentes escalas e plataformas – desenhos, gravuras, ópera, esculturas, filmes, teatro e performance. Kentridge alcançou visibilidade internacional com a série de curtas-metragens Drawings for Projection (Desenhos para projeção). Iniciada em 1989 (o filme mais recente, Other Faces, foi finalizado no ano passado), a série constitui, segundo o artista, o alicerce de sua produção. Todos os dez filmes serão mostrados pela primeira vez em conjunto, acompanhados por 23 desenhos que o artista executou ao preparar os filmes, criando uma oportunidade única para examinar o diálogo entre desenho e filme e o processo de criação das obras. Os filmes têm uma aparência diferente das animações convencionais, devido a uma técnica caseira, inventada por Kentridge, que o artista descreve como “cinema da idade da pedra”. Kentridge filma, quadro por quadro, alterações que faz sobre um único desenho, realizado em carvão ou pastel. Apaga, adiciona, subtrai, acumula, redesenha. O método, marcado por sucessivas mudanças e redefinições, não só se manifesta na percepção da obra como se incorpora à imagem. Na sequência dos desenhos, marcas brutas tornam-se linhas elegantes, que se transformam, com fluidez, em outras imagens. “O processo de Kentridge é transmitido como uma ilusão plausível, em que motivos recorrentes do artista – uma constelação de elementos iconográficos – são construídos, desconstruídos e remontados diante de nossos olhos. Observamos um gato passando por transfigurações múltiplas: transformando-se em uma máscara de gás, um megafone, assumindo a forma de uma bomba”, escreve a curadora Lilian Tone.
Na obra de Kentridge, é constante a utilização de objetos cotidianos, muitas vezes itens que o artista tem à mão em seu estúdio: um pote de café, uma tesoura. Mais do que apenas o espaço de trabalho, dentro de sua obra o estúdio assume a função de palco, de mise-en-scène e de sujeito, sendo parte de vários trabalhos que estarão na exposição. “O estúdio é um personagem central na prática de Kentridge, um espaço de invenção onde o artista parece quase organicamente incorporado. É um lugar continuamente reanimado por manifestações, uma mistura de linguagens e alegorias que envolvem os diferentes gêneros de seu trabalho”, completa Lilian Tone. Para construir sua obra, Kentridge utiliza elementos reais, referências atuais de lugares, situações e eventos. O mais forte desses elementos é a memória social da África do Sul e seu histórico do Apartheid, mais especificamente na cidade de Johannesburgo – onde Kentridge nasceu, vive e trabalha.

A noção de “fortuna”, princípio guiador do processo artístico de Kentridge, e presente no título da exposição, traz o sentido de acaso, de destino, de devir. Segundo o próprio artista, “fortuna é um termo geral que utilizo para essa gama de agenciamentos, algo diverso da fria probabilidade estatística, no entanto fora do âmbito do controle racional”. Em outras palavras, é possível entender esse conceito como um acaso direcionado, uma engenharia da sorte, em que pré-determinação coexiste com possibilidade. Fortuna refere-se a uma condição do trabalho artístico em estado constante de construção; a um sentido de descoberta, menos do que invenção, à celebração da excentricidade, mas não em detrimento do engajamento político.

A obra A Recusa do Tempo no Octógono
Como parte de uma apresentação especial, a Pinacoteca inclui paralelamente a obra A Recusa do Tempo, concluída pelo artista no ano passado e ainda inédita no Brasil. Trata-se de uma grande instalação com 5 canais de vídeos incluindo um complexo panorama de som que ocupará toda a área do Octógono. A obra inclui 4 megafones de aço e o que o artista chama de ‘elefante’, uma máquina-objeto concebido pelo artista que parece respirar. A duração do ciclo é de 28 minutos. Aclamada pela critica na última Documenta de Kassel, para a qual foi comissionada, A Recusa do Tempo, foi mostrada no MAXXI em Roma e será apresentada no Metropolitan Museum of Art em Nova York depois de sua temporada em São Paulo.

A Recusa do Tempo surgiu a partir de uma série de conversas entre William Kentridge e o historiador de ciências Peter Galison sobre questões incluindo a história do controle do tempo universal, relatividade, buracos negros, e a teoria das cordas cósmicas, a que faz alusões poéticas. Segundo o artista, “uma série de idéias e metáforas surgiram das conversas com Peter Galison, com cada idéia precisando ser materializada. Sincronicidade usando metrônomos projetados. Tempo sendo expresso através de som. A necessidade de se desenvolver metáforas para tonar idéias visíveis ou audíveis”.
O vídeo que consta da obra foi construído em colaboração com a editora Catherine Meyburgh, com cinco projeções que mostra uma sequência contínua de imagens que trafega ao redor da sala, por vezes sincronizando as imagens, e outras vezes apresentando-as de forma disjuntiva. O músico sul-africano Philip Miller (que vem colaborando com Kentridge desde o inicio de sua carreira) criou a música e a paisagem sonora para acompanhar a obra, em que camadas diferentes de sons podem ser ouvidos quando se move ao redor da sala, com som emitido tanto a partir de quatro grandes alto-falantes, e de quatro alto-falantes direcionais menores montado dentro de megafones de aço. Na Pinacoteca, os megafones serão montados em tripés distribuídos no espaço expositivo. A grande máquina que respira, ou ‘elefante’, projetada e construída por Jonas Lundquist e Sabine Theunissen, é o terceiro componente fundamental da instalação.
A obra resulta de uma série de workshops nos estúdios do artista em Johanesburgo, e também em Kassel, na Alemanha. O ‘elefante’ foi construído em Estocolmo, na Suécia. A peça teatral Recusa da Hora surgiu a partir da mesma trajetória de trabalho.

Sobre William Kentridge
Kentridge nasceu em 1955, em Johannesburgo. Estudou ciências políticas e estudos africanos na Universidade de Johannesburgo antes de entrar na Johannesburg Art Foundation e se voltar para as artes visuais. Durante esse período, dedicou-se intensamente ao teatro, concebendo e atuando em diversas montagens. Seu interesse pelo teatro e pela ópera perpassa toda sua trajetória e indica o caráter dramático e narrativo de sua produção artística, assim como o seu interesse em sintetizar o desenho, a escultura e o filme em uma única linguagem. Após ter influenciado artistas na África do Sul por mais de dez anos, Kentridge ganhou reconhecimento internacional em meados dos anos 1990. Desde então, seu trabalho tem sido incluído em exposições e performances em museus, galerias e teatros em todo o mundo, como a mostra Documenta, em Kassel, na Alemanha (1997, 2003, 2012), a Bienal de Veneza (1993, 1999, 2005), exposições individuais no MoMA, de Nova York (1998, 2010), no Museu Albertina, em Viena (2010), no Jeu de Paume, em Paris (2011), no Louvre, em Paris (2010), no Metropolitan Museum of Art, em Nova York (2005), e performances no Metropolitan Opera, em Nova York (2010), e no La Scala, em Milão (2011). Em 2011, Kentridge recebeu o prestigioso Kyoto Prize, em reconhecimento a suas contribuições no campo das artes visuais e da filosofia. No mesmo ano, foi escolhido como Membro Honorário da American Academy of Arts and Letters e recebeu o título de Doutor Honoris Causa da University of London. Em 2012, apresentou as Charles Eliot Norton Lectures, na Universidade de Harvard, em Cambridge; tornou-se membro da American Philosophical Society, da American Academy of Arts and Sciences; foi nomeado para o Dan David Prize, da Tel Aviv University; e recebeu o título de Commandeur dans l’Ordre des Arts et des Lettres do Ministério da Cultura e Comunicação da França.

De como não fui Ministro d’Estado
O vídeo e “flipbook” (livro de artista animado) De Como não Fui Ministro d’Estado, foi feito exclusivamente para a exposição brasileira. O artista faz uma intervenção, desenhando sobre as páginas de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis publicada pelo Clube do Livro, em São Paulo, em 1946. “É um livro que eu li há muitos anos, talvez 20 anos atrás, e me pareceu um grande exemplo de como é possível moldar a narrativa, tomar o absurdo e transformar em algo realista. Eu tinha uma edição de colecionador belíssima, dos anos 1920, mas ela não era boa para desenhar. Usei uma edição muito barata, de larga escala, com papel de má qualidade que no entanto foi belíssima para desenhar”, conta o artista.

Catálogo William Kentridge: fortuna
O Instituto Moreira Salles, a Fundação Iberê Camargo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo lançam por ocasião da mostra o catálogo homônimo William Kentridge: fortuna. Além de publicar um portfólio com todos os trabalhos que fazem parte da exposição, o livro tem um texto inédito da curadora Lilian Tone; uma análise de Kate McCrickard, autora da publicação Modern Artists: William Kentridge (Londres: Tate Publishing, 2012); uma seleção de 10 textos escritos por Kentridge e uma cronologia selecionada.
Fonte do texto: site pinacoteca.org.br

Cambio 1999 by William Kentridge.

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Exposição sobre DESENHOS: Linhas de fuga: o desenho e suas transições do plano ao espaço

A exposição aborda uma das linguagens basilares das artes plásticas: o desenho. Articulando obras do Acervo Sesc de Arte Brasileira com trabalhos desenvolvidos por artistas contemporâneos cujas obras não compõem a coleção, a mostra busca explorar as transições e os diferentes suportes da criação gráfica, passando pelas técnicas do desenho sobre papel, pelos diferentes processos da gravura (litografia, gravura em metal e serigrafia), por intervenções gráficas sobre paredes, chegando à projeção arquitetônica e à volumetria criada a partir da combinação de linhas no espaço.

Desdobrando e reinventando o princípio elementar da elaboração gráfica – ou seja, a linha traçada sobre uma superfície bidimensional – o desenho pode assumir uma ampla série de vocações no campo da criação artística, afirmando-se como representação figurativa, imagem abstrata, esboço, registro do gesto, composição geométrica, projeto arquitetônico, operação conceitual, trama e volume, intervenção em superfícies ou mesmo instalações espaciais.

Integram a exposição, pelo Acervo Sesc de Arte Brasileira, trabalhos de Flávio de Carvalho, Clóvis Graciano, Pietro Maria Bardi, Marcelo Grassmann, Mariana Quito, Marcelo Salum, Gisela Motta, Leandro Lima, Renata Basile, Paulo Climachauska, Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Geraldo de Barros, Martha Lacerda e Anna Mariah Comodos. De fora do acervo, envolve instalações de Tamara Andrade, Adriana Aranha e Fabiano Gomper, desenvolvidas especialmente para a exposição.

Local:

Linhas de Fuga – o desenho e suas transições do plano ao espaço
Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141
Até 8 de dezembro
Térreo

fonte do texto: site sescsp.org.br

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Palhaço com buzina reta – Laura Lima

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texto exposiçao MAM fev. 2012

O retorno da coleção Tamagni: até as estrelas por caminhos difíceis        12 JAN – 11 MAR

 

O Museu de Arte Moderna de São Paulo retoma sua história de forma analítica com a exposição O retorno da Coleção Tamagni: até as estrelas por caminhos difíceis, que abre no dia 12 de janeiro (quinta-feira), a partir das 20h. Primeira exibição completa desde 1968 da doação póstuma de Carlo Tamagni (colecionador e conselheiro do museu) realizada em 1967 ao Museu de Arte Moderna de São Paulo, a mostra com curadoria de Felipe Chaimovich e Fernando Oliva promove um debate sobre o papel do MAM-SP durante sua trajetória. Isso abrange desde a perda de toda sua coleção original, doada à USP em 1963, até a chegada do espólio de Tamagni em 1967 e a volta a uma sede própria (o mesmo prédio de hoje) em 1969, chegando aos dias atuais.

 

A mostra, realizada simultaneamente na Grande Sala e na Sala Paulo Figueiredo, tem entrada gratuita durante as férias escolares, no período de 12 de janeiro a 22 de fevereiro de 2012. O coletivo Fora do Eixo comanda o DJ Residente de 2012, projeto que propõe sons para os diversos ambientes do museu, incluindo os espaços expositivos. Acompanhando a primeira exibição de 2012, o coletivo explora composições colaborativas entre seus integrantes e convidados, e faz apresentação no coquetel de abertura.

 

Em vez de assumir uma postura descritiva ou definitiva diante da trajetória do MAM-SP, os curadores partiram do conceito de reencenação do filósofo e historiador britânico Robin George Collingwood (1889-1943), que considera que a remontagem literal de eventos passados é impossível, dadas as diferenças incontornáveis de espaço e tempo. Na visão de Collingwood, é possível fazer uma reencenação dos fatos passados, ou seja, pode-se remontá-los dentro das restrições inerentes, e o público é quem vai completar esse processo, por meio da sua presença no espaço da exposição e sua participação, considerando-se a distância temporal e a análise dos vários fatores que contribuíram para tal acontecimento. A própria montagem da exposição contribui para esse resultado.

 

Além de contar com a exibição completa da Coleção Tamagni pela primeira vez na sede definitiva do museu, já que sua primeira e única exposição total foi realizada em 1968 em um auditório emprestado na avenida Paulista, a mostra tensiona a heterogeneidade desse espólio com a inclusão de algumas obras contemporâneas, principalmente da Máquina curatorial, de Nicolás Guagnini. Essa obra, constituída por diversos painéis em forma de hélice, será o suporte de obras e de documentos presentes na exposição. Com isso, a participação do público é novamente ressaltada, já que, girando as estruturas da Máquina curatorial, os espectadores podem mudar a configuração das obras, fazendo novas combinações entre elas e permitindo novas interpretações.

 

A Coleção Tamagni tem teor predominantemente modernista, com obras de Tarsila do Amaral, Aldo Bonadei e Francisco Rebolo, mas flerta sutilmente com a vanguarda dos anos 1940-50 nos trabalhos de Fernando Lemos, Livio Abramo e Arnaldo Pedroso d’Horta, entre outros. Para salientar ainda mais os diferentes rumos que o acervo do MAM foi tomando ao longo de sua história, trabalhos contemporâneos como Totó treme-terra, do coletivo Chelpa Ferro, e Palhaço com buzina reta – monte de irônicos, de Laura Lima, se espalham pelo espaço expositivo.

Um aspecto crucial da história do museu ganhará novas possibilidades de compreensão: o momento entre 1963 e 1968, quando, destituído de seu acervo original, o Museu de Arte Moderna de São Paulo existe apenas como nome, sem obras e sem um espaço físico de fato que não exíguas salas administrativas, enquanto conselheiros, como Giselda Leirner e Henrique Mindlin, lutavam pela manutenção da existência, do nome e do papel do MAM na cena artística nacional e internacional.

 

Essa etapa dramática é retomada em documentos e cartas que são resultados de uma pesquisa realizada por Fernando Oliva, como as enviadas pela diretoria do MAM ao magnata norte-americano e fundador do MoMA Nelson Rockefeller. Figura também na mostra a carta redigida pelo crítico Mario Pedrosa, na qual ele fala de “medidas para salvar o MAM de São Paulo” e de “observações destinadas ao futuro presidente do museu”.

Esses aspectos da retomada do museu e de sua volta a um papel atuante e relevante no cenário artístico nacional ganham uma nova dimensão com documentos até então desconhecidos do grande público, que então pode compreender os bastidores não só do MAM, mas da consolidação de uma cena artística brasileira como um todo. Partindo da trajetória errática do Museu de Arte Moderna de São Paulo, emblemático e, hoje, comprometido com o debate das novas questões surgidas a cada dia no mundo da arte no Brasil e exterior, o espectador percorre uma história que vai do passado em direção aos novos caminhos da arte no século XXI.

(fonte: site do MAM)

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EXPOSIÇÕES

Exposição Debret – Viagem ao Sul do Brasil na Caixa Cultural

Exposição Debret – Viagem ao Sul do Brasil
Datas: de 4 de maio a 19 de junho de 2011
Horário de visitação: terça-feira a sábado, das 9h às 21h, e domingos e feriados das 10h às 21h
Local: CAIXA CULTURAL São Paulo (Paulista) – Conjunto Nacional – Av. Paulista, 2083 – Cerqueira César, São Paulo (SP) – Metrô Consolação

 

 

 

 

EXPOSIÇÃO:Charles Landseer

 

 

 

Instituto Moreira Salles

Endereço: Rua Piauí, 844 Tel.: (011) 3825-2560

Quando:

de terça a sexta das 13h00 às 19h00, sábados, domingos e feriados das 13h00 às 18h00. Grátis.

De 10/05 a 10/07.

 Os 92 trabalhos da exposição — divididos entre aquarelas, desenhos e óleos — foram realizados entre 1825 e 1826, em Portugal e no Brasil. Com apenas 25 anos, o inglês Charles Landseer viajou acompanhando uma missão diplomática chefiada por Charles Stuart.

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Indicações

Indicação de site: itaucultural.org.br

Indicação de livro:

(tem na biblioteca da escola)

“O Brasil dos Viajantes”. de Ana Maria de Moraes Beluzzo. Ed. Objetiva, São Paulo, 2000.

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Artistas Viajantes – O olhar estrangeiro

OLHAR IMAGINÁRIO: Com relatos, os artistas criavam suas gravuras, retratando cenas de um país “desconhecido”.

Frei Andre Thevet/ “Retrato de Tucano” (s.d.). xilogravura./ (fonte: itaucultural)

OLHAR DO VIAJANTE: Albert Eckhout: Poses e virtuosismo na construção da pintura. Herança européia.

Albert Eckhout/ “Mulher mameluca”, 1641, óleo sobre tela. (fonte: itaucultural)

OLHAR DO VIAJANTE (SÉCULO XIX): DEBRET: Aquarelas (suavidade do material X peso do escravismo). Registros do artista viajantes/ observador de cenas cotidianas.

Debret/ “Calçadores”, 1824. Aquarela. (fonte: itaucultural.org.br)

 

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